USAR ALGUMAS PERGUNTAS DA FICHA

Caio

Qual é a solução para os medicamentos que foram incorporados pelo SUS mas não é possível prescrever na prática pois não ‘cabem’ na APAC

Natalia Guerrero

PARA DR ALEX MACEDO. Como podemos fomentar a incorporação ativa da sociedade para atuar de forma ativa nas ações e doações para o nosso sistema regional de oncologia? Existem programas e políticas públicas para esse incentivo? Por exemplo, em Montes Claros-MG, uma oncologista visionária, observou que a cidade em si tem uma carga cultural moldada em valores católicos, valores da família tradicional e preocupação com a imagem (filantropia), desde a alta sociedade às camadas sociais mais baixas. Com isso o incentivo à doações, investimentos em instituições filantrópicas de apoio ao câncer como a Associação Presente e o Hospice público Jesuína Rosa e Silva são conseguidos a partir desse discurso com a comunidade, bazares de luxo com a alta sociedade e programas de doação mensal de valores mínimos (50 reais) com a população em geral. Como podemos fazer um estudo da cultura regional no âmbito de compreender a estrutura e aplicar políticas direcionadas para aspectos específicos desse público? Por exemplo, Feira de Santana-BA já tem uma população tem um foco no comércio e grupos de comerciantes; Diamantina - MG tem uma população geriátrica centrada na qualidade de vida e eventos culturais - como integrar a população na melhora do serviço? Isso tem espaço e impacto? Como nós das Unacons podemos auxiliar esse processo?

Camila Vasques

Na prática assistencial, chama atenção a heterogeneidade entre estados, especialmente quando comparamos São Paulo com outras regiões do país, o que impacta diretamente a capacidade das UNACONs de implementar terapias oncológicas. Considerando que o financiamento e a regulação seguem um modelo nacional, existe hoje alguma estratégia para adaptar políticas e fluxos à realidade local ou corremos o risco de perpetuar diferentes ‘SUS’ dentro do novo mesmo sistema?

Luyse Tavares

Estou abrindo novo Unacon, tenho dúvida sobre o teto que terei para nosso serviço.quem preconiza é o ministério na habilitação ou nos que solicitamos?

Dienata

Para Alex Macedo Como vc alinha com o medico na ponta para não judicializar?

Joao S Nunes

Gostaria de conhecer a experiência de colegas que atuam em serviços dependentes majoritariamente de financiamento via APAC, como a EBSERH, em relação aos processos de incorporação e padronização de medicamentos. No nosso contexto, esse processo frequentemente é moroso e, por depender de pregão para aquisição, o acesso definitivo a novas medicações pode levar de 10 a 12 meses. Um exemplo são os inibidores de CDK4/6 (iCDK4/6), que já possuem código de APAC, mas ainda enfrentamos dificuldades para disponibilização em tempo oportuno devido à demora nos processos de compra. Como isso tem funcionado nos serviços de vocês? Existem estratégias ou fluxos que têm ajudado a otimizar essa logística e reduzir o tempo entre a incorporação e o acesso efetivo do paciente ao tratamento?

Gabriela Schlaucher

Minha reflexão e pergunta vão na linha da sustentabilidade do sistema e da Alta Responsável. Hoje, na regulação, nós vemos que a porta de entrada da oncologia é estreita, mas a porta de saída praticamente não existe. O CACON e o UNACON viram grandes ambulatórios de seguimento crônico. Só entra paciente, e ninguém sai. Nós sabemos que o oncologista tem insegurança de dar a contra-referência e liberar esse paciente, e, do outro lado, a equipe de Saúde da Família (APS) também se sente insegura e desamparada para assumir esse seguimento oncológico básico. Como podemos organizar essa transição? Como a nova legislação prevê a estruturação de protocolos de 'alta responsável' que deem respaldo legal e segurança médica para o especialista liberar o paciente, ao mesmo tempo em que capacita e financia a Atenção Primária para assumir esse cuidado continuado, garantindo o giro da rede e a entrada de novos casos?

Glauciane Magalhães

Minha pergunta é sobre o Artigo 3º, inciso III, da Lei 14.758, que traz o princípio da articulação intersetorial e controle social. Na gestão municipal, nós vemos que a Saúde não vence o câncer sozinha; perdemos pacientes por vulnerabilidade social, falta de transporte ou de apoio do SUAS (Assistência Social). Pensando no desenho dessa política no Legislativo, como o senhor enxerga a criação de mecanismos práticos, e até de financiamento cruzado, para obrigar essa 'intersetorialidade' a sair do papel? E como o Controle Social pode atuar como um aliado da gestão na busca por recursos?

Glauciane Magalhães

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